<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>I+D+i archivo - Azeites da Espanha</title>
	<atom:link href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 24 Jun 2024 14:14:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>es</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.6.2</generator>
	<item>
		<title>Evolução no tempo dos esteres etílicos nos azeites extra virgem</title>
		<link>https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/evolucao-no-tempo-dos-esteres-etilicos-nos-azeites-extra-virgem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2017 07:56:16 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://osazeitesdaespanha.com/idi/evolucao-no-tempo-dos-esteres-etilicos-nos-azeites-extra-virgem/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O conteúdo em esteres etílicos é, há já duas campanhas, um dos parâmetros utilizados como critério de qualidade para a classificação comercial de um azeite extra virgem. Assim, ultrapassado um determinado valor de esteres etílicos, um azeite extra virgem perde a sua condição de EXTRA. O setor do azeite em Espanha questionou, na altura, pela [&#8230;]</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/evolucao-no-tempo-dos-esteres-etilicos-nos-azeites-extra-virgem/">Evolução no tempo dos esteres etílicos nos azeites extra virgem</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" style="float: left; height: 533px; line-height: 20.7999992370605px; padding-right: 20px; width: 400px;" src="/sites/default/files/idi/tanques_aceites_oliva.jpg" alt="Evolução no tempo dos esteres etílicos nos azeites extra virgem" />O conteúdo em esteres etílicos é, há já duas campanhas, um dos parâmetros utilizados como critério de qualidade para a classificação comercial de um azeite extra virgem. Assim, ultrapassado um determinado valor de esteres etílicos, um azeite extra virgem perde a sua condição de EXTRA.</p>
<p>O setor do azeite em Espanha questionou, na altura, pela falta de informação suficiente a respeito, a decisão adotada tanto pelo Conselho Oleícola Internacional como pela União Europeia, da redução progressiva do limite no conteúdo de esteres etílicos nos azeites extra virgem. Pressuponha-se que a presença destes compostos derivada das fermentações de tipo alcoólico e que se tratava de um parâmetro estável no tempo.</p>
<p>Graças aos estudos desenvolvidos conjuntamente pelas Administrações Públicas nacional e de Andaluzia e a Interprofesional, sabe-se agora que o etanol, um dos precursores dos esteres etílicos e estes compostos se encontram presentes de forma natural na azeitona. A sua presença no azeite depende de diversos fatores, como a variedade da azeitona, o grau de amadurecimento do fruto no momento de recolha e do sistema de extração utilizado e os processos anteriores ao armazenamento do produto, dado que, ao tratar-se de substâncias hidrossolúveis, estas lavam-se, em maior ou menor medida, segundo o processo de produção utilizado.</p>
<p>Esta investigação trata de quantificar até que ponto todas estas condicionantes afetam a presença destes compostos, fornecendo informações que permitam reconsiderar a última diminuição do limite no parâmetro pendente por aplicar e prevista na legislação atual.</p>
<p>Para tal, estudou-se a evolução dos esteres etílicos nos depósitos com AOVE de diversas variedades e distintos graus de amadurecimento, produzidos e conservados sob diversas condições.</p>
<p>No momento, dispõem-se da moratória de um ano para fornecer informações adicionais à CE e ao grupo de especialistas do COI.</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/evolucao-no-tempo-dos-esteres-etilicos-nos-azeites-extra-virgem/">Evolução no tempo dos esteres etílicos nos azeites extra virgem</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento de tecnologia instrumental que complemente o Panel Test</title>
		<link>https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/desenvolvimento-de-tecnologia-instrumental-que-complemente-o-panel-test/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 08:00:17 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://osazeitesdaespanha.com/idi/desenvolvimento-de-tecnologia-instrumental-que-complemente-o-panel-test/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Hoje em dia, a categoria comercial dos azeites virgens estabelece-se com base numa série de parâmetros físico-químicos de qualidade e pureza e pelas suas características organoléticas. Para estabelecer estas últimas, utiliza-se o método designado por Panel Test: Uma prova, realizada por um grupo de 8 a 12 especialistas, devidamente formados e treinados, que determine as [&#8230;]</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/desenvolvimento-de-tecnologia-instrumental-que-complemente-o-panel-test/">Desenvolvimento de tecnologia instrumental que complemente o Panel Test</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia, a categoria comercial dos azeites virgens estabelece-se com base numa série de parâmetros físico-químicos de qualidade e pureza e pelas suas características organoléticas. Para estabelecer estas últimas, utiliza-se o método designado por <strong>Panel Test: Uma prova, realizada por um grupo de 8 a 12 especialistas, devidamente formados e treinados, que determine as características organoléticas em função das quais se classifica o azeite virgem</strong>. Esta linha de investigação, fruto da colaboração entre o Ministério da Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente e o Conselho de Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural da Junta de Andaluzia e a Organización Interprofesional del Aceite de Oliva Español contou até à data com a participação de um total de 10 grupos de investigação, assim como com a coordenação de boa parte dos mesmos através do CeiA3. Basicamente, <strong>trata-se de encontrar uma tecnologia fiável, rápida, facilmente reproduzível e competitiva que permita classificar as distintas categorias comerciais dos azeites virgens.</strong> Uma tecnologia que poderia complementar o Panel Test ou inclusive chegar a substituí-lo.</p>
<p class="rtecenter"><img decoding="async" style="height: 463px; width: 600px;" src="/sites/default/files/_portugues/oculos-de-prova_de-azeite-extra_virgem_.jpg" alt="Óculos de prova de azeite extra virgem" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/desenvolvimento-de-tecnologia-instrumental-que-complemente-o-panel-test/">Desenvolvimento de tecnologia instrumental que complemente o Panel Test</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atmosferas modificadas durante o processo de extração dos azeites</title>
		<link>https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/atmosferas-modificadas-durante-o-processo-de-extracao-dos-azeites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 07:45:14 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://osazeitesdaespanha.com/idi/atmosferas-modificadas-durante-o-processo-de-extracao-dos-azeites/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esta linha de investigação trata de estabelecer até que ponto a composição da atmosfera presente durante o processo de extração dos azeites tem influência na qualidade final do produto. Para tal, está a ser trabalhado ao longo do processo, fundamentalmente durante a moagem e a batedura, com atmosferas modificadas artificialmente em distintas variedades de azeitona. [&#8230;]</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/atmosferas-modificadas-durante-o-processo-de-extracao-dos-azeites/">Atmosferas modificadas durante o processo de extração dos azeites</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta linha de investigação trata de estabelecer até que ponto a composição da atmosfera presente durante o processo de extração dos azeites tem influência na qualidade final do produto. Para tal, está a ser trabalhado ao longo do processo, fundamentalmente durante a moagem e a batedura, com atmosferas modificadas artificialmente em distintas variedades de azeitona. Em concreto, está a ser avaliado o seu efeito nas principais enzimas relacionadas com a síntese e a metabolização dos compostos voláteis e dos compostos fenólicos.</p>
<p>Até ao momento, demonstrou-se que uma alta concentração de oxigénio (60%) durante a moagem do fruto leva a uma redução significativa nos compostos fenólicos presentes nos azeites virgens resultantes. Igualmente, constatou-se uma redução dos compostos voláteis derivados do ácido linoleico C6 e C5. Quando o estudo terminar, fruto da colaboração da Interprofesional del Aceite de Oliva Español e o Instituto de Investigação e Formação Agrária e Pesqueira da Junta de Andaluzia (IFAPA), espera-se contar com linhas de utilização de atmosferas modificadas que permitam melhorar o processo de produção de azeites.</p>
<p class="rtecenter"><img decoding="async" style="height: 450px; width: 600px;" src="/sites/default/files/_portugues/atmosferas_modificadas_durante_o_processo_de_extracao_dos_azeites_2.jpg" alt="Atmosferas modificadas durante o processo de extração dos azeites" /></p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/atmosferas-modificadas-durante-o-processo-de-extracao-dos-azeites/">Atmosferas modificadas durante o processo de extração dos azeites</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Efeito de ingestão de azeite extra virgem na diabetes gestacional</title>
		<link>https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/efeito-de-ingestao-de-azeite-extra-virgem-na-diabetes-gestacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2015 07:41:38 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://osazeitesdaespanha.com/idi/efeito-de-ingestao-de-azeite-extra-virgem-na-diabetes-gestacional/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A diabetes gestacional consiste numa alteração metabólica que afeta atualmente um terço das grávidas em Espanha e que constitui um risco tanto para a mãe como para o feto. Investigadores do Hospital Clínico San Carlos de Madrid, sob a coordenação do doutor Alfonso L. Calle, defendem que a alimentação da mãe tem uma importância crucial [&#8230;]</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/efeito-de-ingestao-de-azeite-extra-virgem-na-diabetes-gestacional/">Efeito de ingestão de azeite extra virgem na diabetes gestacional</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A diabetes gestacional consiste numa alteração metabólica que afeta atualmente um terço das grávidas em Espanha e que constitui um risco tanto para a mãe como para o feto. <strong>Investigadores do Hospital Clínico San Carlos de Madrid,</strong> sob a coordenação do doutor Alfonso L. Calle, defendem que a alimentação da mãe tem uma importância crucial no desenvolvimento desta alteração. Para tal, lançaram um projeto de investigação em que se está a prestar especial atenção aos hábitos alimentares das grávidas. Em concreto, trabalha-se com padrões de alimentação da Dieta Mediterrânea, <strong>com uma ingestão semanal de um litro de azeite extra virgem</strong>, um pilar fundamental deste tipo de dieta. Esta investigação realiza-se com base numa amostra de 350 mulheres. Com este estudo, espera-se constatar que este padrão alimentar favoreça uma redução significativa da incidência da diabetes gestacional. A assim ser, poderia converter-se numa recomendação básica para todas as grávidas.</p>
<p class="rtecenter"><img decoding="async" style="height: 442px; width: 600px;" src="/sites/default/files/_portugues/efeito-de-ingestao-de-azeite-extra-virgem-na-diabetes-gestacional_.jpg" alt="Investigador com luva na mão e óculos de segurança olhando pipetas com líquidos coloridos" /></p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/efeito-de-ingestao-de-azeite-extra-virgem-na-diabetes-gestacional/">Efeito de ingestão de azeite extra virgem na diabetes gestacional</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estratégias de luta contra a verticiliose</title>
		<link>https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/estrategias-de-luta-contra-verticiliose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 13:39:29 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://osazeitesdaespanha.com/idi/estrategias-de-luta-contra-verticiliose/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A verticiliose é uma doença que se converteu num importante problema para a olivicultura espanhola, em especial para as novas plantações que se realizaram no nosso país nos últimos 30 anos. O agente que provoca a doença é um fungo, o Verticillium dahliae, presente nos solos infetados. Na oliveira, a infeção pode apresentar duas formas [&#8230;]</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/estrategias-de-luta-contra-verticiliose/">Estratégias de luta contra a verticiliose</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A verticiliose é uma doença que se converteu num importante problema para a olivicultura espanhola, em especial para as novas plantações que se realizaram no nosso país nos últimos 30 anos. O agente que provoca a doença é um fungo, o <em>Verticillium dahliae</em>, presente nos solos infetados. Na oliveira, a infeção pode apresentar duas formas distintas: por morte súbita de ramos ou de toda a árvore, ou de uma forma menos aguda, com a dessecação das flores e folhas.</p>
<p>A procura de curas contra este mal, assim como estratégias para minimizar o seu impacto na nossa olivicultura é uma prioridade para a Interprofesional del Aceite de Oliva Español. Tanto assim o é que a Organização impulsionou e participa em várias investigações abertas no nosso país, com vista a dar um enfoque multidisciplinar para combater este mal. Resumimos brevemente as distintas linhas de trabalho:</p>
<p class="rtecenter"><img decoding="async" style="height: 337px; width: 600px;" src="/sites/default/files/_portugues/estrategias-de-luta-contra-a-verticiliose_.jpg" alt="Estrategias-de-luta-contra-a-verticiliose" /></p>
<p><strong><u>Obtenção de variedades de oliveiras resistentes à verticiliose</u></strong><u>”</u>.</p>
<p>É uma das linhas de investigação mais prometedores que se está a desenvolver na Universidade de Córdoba e trata de desenvolver novas variedades que sejam resistentes ao ataque do fungo e que, em simultâneo, se possam adaptar aos novos sistemas de cultivo. Avaliaram-se centenas de cruzamentos e mais de 8 000 genótipos. No total, desde 2008, semearam-se mais de 20 000 sementes e, no campo, plantaram-se mais de 500 genótipos. A resistência ao fungo comprova-se tanto nas plântulas como no cultivo. De facto, estão a escolher-se terras altamente contaminadas com o fungo para fazer os ensaios.</p>
<p>No campo avalia-se a sua resistência, o vigor das plantas, a sua propagação e a sua produção. Após a avaliação de cada variedade, procede-se ao seu registo. A equipa que o professor Diego Barranco comanda confia em ter prontas variedades comerciais em 5 anos.</p>
<p><strong><u>«Controlo biológico da verticiliose da oliveira</u></strong><u>”</u>.</p>
<p>Esta linha de investigação trata de averiguar que fatores influenciam a resistência de certas variedade de oliveira para o ataque do fungo que produz a verticiliose e como se desenvolve a mesma. Por este motivo, trabalha-se diferentes variedades para conhecer mais sobre o mecanismo de resistência, desde a frantoio, muito resistente, à cornicabra, mais suscetível aos ataques da doença.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o grupo dirigido por Antonio Trapero Casas na Universidade de Córdoba avalia os efeitos da aplicação que uma série de produtos biológicos têm para a doença e a contaminação dos solos. Trabalha-se sobre extratos e óleos vegetais ou ativadores de defesas, assim como complementos orgânicos como águas ruças, estrume ou resíduos orgânicos. Também se está a trabalhar com microrganismos antagónicos do fungo que provoca a doença. Alguns destes microrganismos demonstraram uma inibição entre 75% a 100%.</p>
<p><strong><u>Controlo de <em>Verticillium dahliae</em> na água de rega e o efeito do gestão da irrigação na verticiliose da oliveira</u></strong><u>”</u>.</p>
<p>Investigadores da Universidade de Córdoba avaliam também a capacidade do fungo que causa a verticiliose para dispersar-se através da água da rega. Comprovou-se que o fungo é capaz de contaminar infraestruturas de toda uma comunidade de regantes, o que se traduz numa rápida expansão da doença. O grupo dirigido por Francisco Javier López Escudero trata de identificar linhas de irrigação que minimizem a transmissão do fungo. Estão a ser realizados ensaios com irrigações aplicadas com periodicidades muito distintas para comprovar os seus efeitos nas plantas que assentam em solos muito contaminados.</p>
<p>Este grupo também propôs como objetivo reduzir ou eliminar o agente patogénico da água para evitar a sua propagação. Avaliam-se processos físicos e químicos que sejam suscetíveis de aplicar-se à rega do olival.</p>
<p><u>“</u><strong><u>Gestão da verticiliose da oliveira provocada pelo patotipo desfolhante <em>Verticillium dahliae</em> mediante a utilização combinada de padrões de zambujeiro resistentes e fungos benéficos</u></strong><u>”</u>.</p>
<p>Outro grupo de investigadores parte da hipótese de que se pode reduzir o potencial da doença grave da verticiliose durante os primeiros anos de vida da oliveira. Com base nesta premissa, os cientistas da Universidade de Córdoba liderados por Rafael Manuel Jiménez Díaz trabalham com padrões resistentes ao fungo, cultivares menos suscetíveis e agentes biológicos que permitam proteger as raízes do ataque do fungo. Está a ser utilizado material vegetal que se aplicou aos agentes biológicos para comprovar como interagem com o causador da doença.</p>
<p><strong><u>Conceção e aplicação de bioindicadores e metagenómica para a caracterização do estado fitossanitário e nível de supressão dos solos do olival à <em>Verticilosis</em> (<em>Metagensus</em>)</u></strong><u>”</u><strong>.</strong></p>
<p>O Instituto de Agricultura Sustentável do Conselho Superior de Investigações Científicas (IAS-CSIC) propõe outra abordagem ao problema. O objetivo destes investigadores, dirigidos por Blanca B. Landa, é desenvolver bioindicadores ligados ao estado fitossanitário dos olivais segundo distintos tipos de gestão agronómica. Em concreto, a presença de rizobactérias e a sua atividade em solos infetados e livres do fungo causadores da verticiliose. Também tratam de caracterizar as comunidades microbianas e a sua evolução estacional, que podem responder ao porquê de uns solos serem mais suscetíveis de apresentar fungos do que outros.</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/estrategias-de-luta-contra-verticiliose/">Estratégias de luta contra a verticiliose</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Efeito da ingestão de gorduras no cancro da mama</title>
		<link>https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/efeito-da-ingestao-de-gorduras-no-cancro-da-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 13:37:03 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://osazeitesdaespanha.com/idi/efeito-da-ingestao-de-gorduras-no-cancro-da-mama/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Grupo para o Estudo do cancro da mama da Universidade Autónoma de Barcelona, liderado pelo doutor Eduard Escrich, trabalha há já três décadas o efeito do consumo de diversas gorduras na evolução do cancro da mama, assim como os mecanismos moleculares que intervêm na interação entre as substâncias presentes nos óleos e o tumor. [&#8230;]</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/efeito-da-ingestao-de-gorduras-no-cancro-da-mama/">Efeito da ingestão de gorduras no cancro da mama</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Grupo para o Estudo do cancro da mama da Universidade Autónoma de Barcelona</strong>, liderado pelo doutor Eduard Escrich, trabalha há já três décadas o efeito do consumo de diversas gorduras na evolução do cancro da mama, assim como os mecanismos moleculares que intervêm na interação entre as substâncias presentes nos óleos e o tumor. A Interprofesional apoia esta equipa em duas grandes linhas, uma experimental (em ratos) e outra em seres humanos. No primeiro caso, estuda o desenvolvimento e a evolução da doença nos animais aos quais é induzida a doença. Uma parte das cobaias é alimentada com uma dieta rica em azeite extra virgem. O resto recebe a mesma dieta mas complementada com óleos de sementes. <strong>Os investigadores puderam demonstrar que o azeite extra virgem trava a progressão do cancro da mama e que o faz através de diversos e complexos mecanismos,</strong> entre os quais se destaca a sua ação inibidora das vias de proliferação das células tumorais e a indução da sua morte celular (processo conhecido como apoptose).</p>
<p>Por outro lado, os tumores das cobaias alimentadas com dietas de azeite são de menor grau de malignidade (clínico e morfológico). Por oposição, <strong>as gorduras ómega 6, contidas nos óleos de sementes, estimulam a progressão do cancro da mama</strong> de forma a que os tumores apareçam antes, existem mais cobaias afetadas, um maior número de tumores e estes costumem ser maiores e de maior grau de malignidade.</p>
<p class="rtecenter"><img decoding="async" style="height: 450px; width: 600px;" src="/sites/default/files/_portugues/efeito-da-ingestao-de-gorduras-no-cancro-da-mama_.jpg" alt="Efeito-da-ingestao-de-gorduras-no-cancro-da-mama" /></p>
<p>No caso dos tumores humanos, está a ser caracterizado o perfil lipídico das membranas celulares, o efeito de vários ácidos gordos na eficácia dos tratamentos do cancro da mama e diversos tipos de mutações genéticas. Tudo em relação aos hábitos alimentares das pessoas afetadas pelo cancro da mama. De todos estes estudos, destaca-se o efeito protetor <strong>que pode ter o azeite extra virgem na dieta sobre a função de genes implicados nesta doença</strong>.</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/efeito-da-ingestao-de-gorduras-no-cancro-da-mama/">Efeito da ingestão de gorduras no cancro da mama</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gestão de resíduos líquidos procedentes dos lagares mediante a sua aplicação a fazendas de olivais</title>
		<link>https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/gestao-de-residuos-liquidos-procedentes-dos-lagares-mediante-sua-aplicacao-fazendas-de-olivais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 13:36:29 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://osazeitesdaespanha.com/idi/gestao-de-residuos-liquidos-procedentes-dos-lagares-mediante-sua-aplicacao-fazendas-de-olivais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os lagares espanhóis geram cada ano 40 milhões de metros cúbicos de efluentes que não se podem derramar para os canais públicos. Resíduos que devem ser eliminados e, se possível, valorizar. São necessárias novas soluções, que o Centro Alameda del Obispo do Instituto de Investigação e Formação Agrária e Pesqueira da Junta de Andaluzia (IFAPA), [&#8230;]</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/gestao-de-residuos-liquidos-procedentes-dos-lagares-mediante-sua-aplicacao-fazendas-de-olivais/">Gestão de resíduos líquidos procedentes dos lagares mediante a sua aplicação a fazendas de olivais</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os lagares espanhóis geram cada ano 40 milhões de metros cúbicos de efluentes que não se podem derramar para os canais públicos</strong>. Resíduos que devem ser eliminados e, se possível, valorizar. São necessárias novas soluções, que o Centro<strong> Alameda del Obispo do Instituto de Investigação e Formação Agrária e Pesqueira da Junta de Andaluzia (IFAPA)</strong>, com a colaboração da Interprofesional del Aceite de Oliva Español, trata de dar resposta. A equipa dirigida por Rafaela Ordoñez está a <strong>avaliar que efeito tem a aplicação de águas de lavagem ao lagar no olival.</strong> Em concreto, a avaliação a médio e longo prazo do cultivo, bem como dos solos. Trabalha-se com uma dose de 250 metros cúbicos por hectare e ano. Investigações que podem facilitar dados que permitam propor alterações à legislação sobre a gestão e o destino dos referidos efluentes.</p>
<p class="rtecenter"><img decoding="async" style="height: 450px; width: 600px;" src="/sites/default/files/_portugues/gestao-de-residuos-liquidos-procedentes-dos-lagares-mediante-a-sua-aplicacao-a-fazendas-de-olivais_.jpg" alt="Gestão de resíduos líquidos procedentes dos lagares mediante a sua aplicação a fazendas de olivais" /></p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/gestao-de-residuos-liquidos-procedentes-dos-lagares-mediante-sua-aplicacao-fazendas-de-olivais/">Gestão de resíduos líquidos procedentes dos lagares mediante a sua aplicação a fazendas de olivais</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inovações e novas tecnologias no olivar &#8211; MECAOLIVAR</title>
		<link>https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/inovacoes-e-novas-tecnologias-no-olivar-mecaolivar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 13:35:51 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://osazeitesdaespanha.com/idi/inovacoes-e-novas-tecnologias-no-olivar-mecaolivar/</guid>

					<description><![CDATA[<p>No mercado, existem muito poucos equipamentos adaptados aos trabalhos que se realizam no olival tradicional. Por esse motivo, a Interprofesional há anos que impulsiona linhas de desenvolvimento de equipamentos de recolha e de aplicação de fitossanitários que ajudem a resolver este problema. No caso da recolha, a Universidade de Córdoba, com o apoio de várias [&#8230;]</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/inovacoes-e-novas-tecnologias-no-olivar-mecaolivar/">Inovações e novas tecnologias no olivar &#8211; MECAOLIVAR</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mercado, existem muito poucos equipamentos adaptados aos trabalhos que se realizam no olival tradicional. Por esse motivo, a Interprofesional há anos que impulsiona linhas de desenvolvimento de equipamentos de recolha e de aplicação de fitossanitários que ajudem a resolver este problema. No caso da recolha, a Universidade de Córdoba, com o apoio de várias empresas está a desenvolver diversos equipamentos comerciais que tão só requerem um único operário para a sua gestão, com a subsequente poupança de custos.</p>
<p class="rtecenter"><img decoding="async" style="height: 450px; width: 600px;" src="/sites/default/files/_portugues/inovacoes-e-novas-tecnologias-no-olivar-mecaolivar_.jpg" alt="Inovações e novas tecnologias no olivar - MECAOLIVAR" /></p>
<p>Estão a desenvolver-se 6 linhas de trabalho neste ambicioso projeto coordenado pelo professor Gil Ribes. De cada uma das linhas obtêm-se vários protótipos que estarão concluídos em finais de 2015.</p>
<p>As linhas 1 e 2 centram-se em desenvolver, respetivamente, protótipos de ceifeiras-debulhadoras do olival baseadas nos sacudidores de copa e em vibradores do tronco. No primeiro caso, trata-se de uma adaptação à oliveira de sacudidores de copa desenvolvidos para trabalhar em citrinos. Os equipamentos são montados sobre uma plataforma que recolhe, limpa e armazena a azeitona numa grande bolsa e permite um alto nível de derrubamentos. As ceifeiras-debulhadoras baseadas em vibradores de tronco foram pensadas para o olival intensivo e apresentam uma solução integral para a recolha. Estão a ser apresentadas soluções robotizadas e máquinas cavalgantes. A terceira linha de trabalho complementa a anterior, com a melhoria dos sistemas de materiais de aderência de vibradores de tronco, a fim de minimizar possíveis danos à árvore. As linhas 4 e 5 consistem na conceção, desenvolvimento e produção de protótipos de equipamentos para, respetivamente, otimizar a aplicação de produtos fitossanitários sobre a copa das árvores e para otimizar a aplicação de herbicidas no solo, controlo e gestão de coberturas vegetais, no olival tradicional e aplicável ao olival intensivo. Estão a ser trabalhados vários modelos de atomizadores e pulverizadores para estes trabalhos.</p>
<p>A 6ª linha consiste na adaptação das árvores aos protótipos de recolha e de avaliação da deriva provocada pelos equipamentos de aplicação.</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/inovacoes-e-novas-tecnologias-no-olivar-mecaolivar/">Inovações e novas tecnologias no olivar &#8211; MECAOLIVAR</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
