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	<title>Notícias archivos - Azeites da Espanha</title>
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		<title>Estratégias de luta contra a verticiliose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 13:39:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A verticiliose é uma doença que se converteu num importante problema para a olivicultura espanhola, em especial para as novas plantações que se realizaram no nosso país nos últimos 30 anos. O agente que provoca a doença é um fungo, o Verticillium dahliae, presente nos solos infetados. Na oliveira, a infeção pode apresentar duas formas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A verticiliose é uma doença que se converteu num importante problema para a olivicultura espanhola, em especial para as novas plantações que se realizaram no nosso país nos últimos 30 anos. O agente que provoca a doença é um fungo, o <em>Verticillium dahliae</em>, presente nos solos infetados. Na oliveira, a infeção pode apresentar duas formas distintas: por morte súbita de ramos ou de toda a árvore, ou de uma forma menos aguda, com a dessecação das flores e folhas.</p>
<p>A procura de curas contra este mal, assim como estratégias para minimizar o seu impacto na nossa olivicultura é uma prioridade para a Interprofesional del Aceite de Oliva Español. Tanto assim o é que a Organização impulsionou e participa em várias investigações abertas no nosso país, com vista a dar um enfoque multidisciplinar para combater este mal. Resumimos brevemente as distintas linhas de trabalho:</p>
<p class="rtecenter"><img decoding="async" style="height: 337px; width: 600px;" src="/sites/default/files/_portugues/estrategias-de-luta-contra-a-verticiliose_.jpg" alt="Estrategias-de-luta-contra-a-verticiliose" /></p>
<p><strong><u>Obtenção de variedades de oliveiras resistentes à verticiliose</u></strong><u>”</u>.</p>
<p>É uma das linhas de investigação mais prometedores que se está a desenvolver na Universidade de Córdoba e trata de desenvolver novas variedades que sejam resistentes ao ataque do fungo e que, em simultâneo, se possam adaptar aos novos sistemas de cultivo. Avaliaram-se centenas de cruzamentos e mais de 8 000 genótipos. No total, desde 2008, semearam-se mais de 20 000 sementes e, no campo, plantaram-se mais de 500 genótipos. A resistência ao fungo comprova-se tanto nas plântulas como no cultivo. De facto, estão a escolher-se terras altamente contaminadas com o fungo para fazer os ensaios.</p>
<p>No campo avalia-se a sua resistência, o vigor das plantas, a sua propagação e a sua produção. Após a avaliação de cada variedade, procede-se ao seu registo. A equipa que o professor Diego Barranco comanda confia em ter prontas variedades comerciais em 5 anos.</p>
<p><strong><u>«Controlo biológico da verticiliose da oliveira</u></strong><u>”</u>.</p>
<p>Esta linha de investigação trata de averiguar que fatores influenciam a resistência de certas variedade de oliveira para o ataque do fungo que produz a verticiliose e como se desenvolve a mesma. Por este motivo, trabalha-se diferentes variedades para conhecer mais sobre o mecanismo de resistência, desde a frantoio, muito resistente, à cornicabra, mais suscetível aos ataques da doença.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o grupo dirigido por Antonio Trapero Casas na Universidade de Córdoba avalia os efeitos da aplicação que uma série de produtos biológicos têm para a doença e a contaminação dos solos. Trabalha-se sobre extratos e óleos vegetais ou ativadores de defesas, assim como complementos orgânicos como águas ruças, estrume ou resíduos orgânicos. Também se está a trabalhar com microrganismos antagónicos do fungo que provoca a doença. Alguns destes microrganismos demonstraram uma inibição entre 75% a 100%.</p>
<p><strong><u>Controlo de <em>Verticillium dahliae</em> na água de rega e o efeito do gestão da irrigação na verticiliose da oliveira</u></strong><u>”</u>.</p>
<p>Investigadores da Universidade de Córdoba avaliam também a capacidade do fungo que causa a verticiliose para dispersar-se através da água da rega. Comprovou-se que o fungo é capaz de contaminar infraestruturas de toda uma comunidade de regantes, o que se traduz numa rápida expansão da doença. O grupo dirigido por Francisco Javier López Escudero trata de identificar linhas de irrigação que minimizem a transmissão do fungo. Estão a ser realizados ensaios com irrigações aplicadas com periodicidades muito distintas para comprovar os seus efeitos nas plantas que assentam em solos muito contaminados.</p>
<p>Este grupo também propôs como objetivo reduzir ou eliminar o agente patogénico da água para evitar a sua propagação. Avaliam-se processos físicos e químicos que sejam suscetíveis de aplicar-se à rega do olival.</p>
<p><u>“</u><strong><u>Gestão da verticiliose da oliveira provocada pelo patotipo desfolhante <em>Verticillium dahliae</em> mediante a utilização combinada de padrões de zambujeiro resistentes e fungos benéficos</u></strong><u>”</u>.</p>
<p>Outro grupo de investigadores parte da hipótese de que se pode reduzir o potencial da doença grave da verticiliose durante os primeiros anos de vida da oliveira. Com base nesta premissa, os cientistas da Universidade de Córdoba liderados por Rafael Manuel Jiménez Díaz trabalham com padrões resistentes ao fungo, cultivares menos suscetíveis e agentes biológicos que permitam proteger as raízes do ataque do fungo. Está a ser utilizado material vegetal que se aplicou aos agentes biológicos para comprovar como interagem com o causador da doença.</p>
<p><strong><u>Conceção e aplicação de bioindicadores e metagenómica para a caracterização do estado fitossanitário e nível de supressão dos solos do olival à <em>Verticilosis</em> (<em>Metagensus</em>)</u></strong><u>”</u><strong>.</strong></p>
<p>O Instituto de Agricultura Sustentável do Conselho Superior de Investigações Científicas (IAS-CSIC) propõe outra abordagem ao problema. O objetivo destes investigadores, dirigidos por Blanca B. Landa, é desenvolver bioindicadores ligados ao estado fitossanitário dos olivais segundo distintos tipos de gestão agronómica. Em concreto, a presença de rizobactérias e a sua atividade em solos infetados e livres do fungo causadores da verticiliose. Também tratam de caracterizar as comunidades microbianas e a sua evolução estacional, que podem responder ao porquê de uns solos serem mais suscetíveis de apresentar fungos do que outros.</p>
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		<title>Gestão de resíduos líquidos procedentes dos lagares mediante a sua aplicação a fazendas de olivais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 13:36:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os lagares espanhóis geram cada ano 40 milhões de metros cúbicos de efluentes que não se podem derramar para os canais públicos. Resíduos que devem ser eliminados e, se possível, valorizar. São necessárias novas soluções, que o Centro Alameda del Obispo do Instituto de Investigação e Formação Agrária e Pesqueira da Junta de Andaluzia (IFAPA), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os lagares espanhóis geram cada ano 40 milhões de metros cúbicos de efluentes que não se podem derramar para os canais públicos</strong>. Resíduos que devem ser eliminados e, se possível, valorizar. São necessárias novas soluções, que o Centro<strong> Alameda del Obispo do Instituto de Investigação e Formação Agrária e Pesqueira da Junta de Andaluzia (IFAPA)</strong>, com a colaboração da Interprofesional del Aceite de Oliva Español, trata de dar resposta. A equipa dirigida por Rafaela Ordoñez está a <strong>avaliar que efeito tem a aplicação de águas de lavagem ao lagar no olival.</strong> Em concreto, a avaliação a médio e longo prazo do cultivo, bem como dos solos. Trabalha-se com uma dose de 250 metros cúbicos por hectare e ano. Investigações que podem facilitar dados que permitam propor alterações à legislação sobre a gestão e o destino dos referidos efluentes.</p>
<p class="rtecenter"><img decoding="async" style="height: 450px; width: 600px;" src="/sites/default/files/_portugues/gestao-de-residuos-liquidos-procedentes-dos-lagares-mediante-a-sua-aplicacao-a-fazendas-de-olivais_.jpg" alt="Gestão de resíduos líquidos procedentes dos lagares mediante a sua aplicação a fazendas de olivais" /></p>
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		<title>Inovações e novas tecnologias no olivar &#8211; MECAOLIVAR</title>
		<link>https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/inovacoes-e-novas-tecnologias-no-olivar-mecaolivar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gestionAOEpt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 13:35:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No mercado, existem muito poucos equipamentos adaptados aos trabalhos que se realizam no olival tradicional. Por esse motivo, a Interprofesional há anos que impulsiona linhas de desenvolvimento de equipamentos de recolha e de aplicação de fitossanitários que ajudem a resolver este problema. No caso da recolha, a Universidade de Córdoba, com o apoio de várias [&#8230;]</p>
<p>La entrada <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com/idi/inovacoes-e-novas-tecnologias-no-olivar-mecaolivar/">Inovações e novas tecnologias no olivar &#8211; MECAOLIVAR</a> se publicó primero en <a href="https://testing.osazeitesdaespanha.com">Azeites da Espanha</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mercado, existem muito poucos equipamentos adaptados aos trabalhos que se realizam no olival tradicional. Por esse motivo, a Interprofesional há anos que impulsiona linhas de desenvolvimento de equipamentos de recolha e de aplicação de fitossanitários que ajudem a resolver este problema. No caso da recolha, a Universidade de Córdoba, com o apoio de várias empresas está a desenvolver diversos equipamentos comerciais que tão só requerem um único operário para a sua gestão, com a subsequente poupança de custos.</p>
<p class="rtecenter"><img decoding="async" style="height: 450px; width: 600px;" src="/sites/default/files/_portugues/inovacoes-e-novas-tecnologias-no-olivar-mecaolivar_.jpg" alt="Inovações e novas tecnologias no olivar - MECAOLIVAR" /></p>
<p>Estão a desenvolver-se 6 linhas de trabalho neste ambicioso projeto coordenado pelo professor Gil Ribes. De cada uma das linhas obtêm-se vários protótipos que estarão concluídos em finais de 2015.</p>
<p>As linhas 1 e 2 centram-se em desenvolver, respetivamente, protótipos de ceifeiras-debulhadoras do olival baseadas nos sacudidores de copa e em vibradores do tronco. No primeiro caso, trata-se de uma adaptação à oliveira de sacudidores de copa desenvolvidos para trabalhar em citrinos. Os equipamentos são montados sobre uma plataforma que recolhe, limpa e armazena a azeitona numa grande bolsa e permite um alto nível de derrubamentos. As ceifeiras-debulhadoras baseadas em vibradores de tronco foram pensadas para o olival intensivo e apresentam uma solução integral para a recolha. Estão a ser apresentadas soluções robotizadas e máquinas cavalgantes. A terceira linha de trabalho complementa a anterior, com a melhoria dos sistemas de materiais de aderência de vibradores de tronco, a fim de minimizar possíveis danos à árvore. As linhas 4 e 5 consistem na conceção, desenvolvimento e produção de protótipos de equipamentos para, respetivamente, otimizar a aplicação de produtos fitossanitários sobre a copa das árvores e para otimizar a aplicação de herbicidas no solo, controlo e gestão de coberturas vegetais, no olival tradicional e aplicável ao olival intensivo. Estão a ser trabalhados vários modelos de atomizadores e pulverizadores para estes trabalhos.</p>
<p>A 6ª linha consiste na adaptação das árvores aos protótipos de recolha e de avaliação da deriva provocada pelos equipamentos de aplicação.</p>
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